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Cirurgia ortognática.

Você já deve ter ouvido falar deste tipo de cirurgia que é feita na face para corrigir discrepâncias entre as arcadas dentárias, que dificultam a mastigação, a fala e comprometem a estética. A gente se lembra de imediato casos populares deste tipo de mal formação: a deficiência de crescimento da mandíbula (arco inferior) e queixo, como ficou famoso o perfil do compositor Noel Rosa; ou o excesso de crescimento dela, que provoca um aspecto forte e gera apelidos constrangedores como caixa registradora, etc… Além destes “defeitos”, existem outros como os daquelas pessoas portadoras de face longa (mostram muito a gengiva quando sorriem) ou face curta (lembram-se do popeye marinheiro??? Rs). De qualquer forma e qualquer que seja o problema, trata-se de um erro de posicionamento entre as arcadas que dificilmente é corrigido apenas com os aparelhos ortodônticos. Além dele, também se indica a cirurgia ortognática.

Imaginem que pelo fato dos “ossos”estarem fora de posição, muitas vezes o encaixe dos dentes (oclusão) é prejudicado envolvendo dificuldade de fala, respiração, além da mastigação. Muitas vezes as limitações são tão grandes que se indica o tratamento mesmo antes do paciente encerrar o seu crescimento.
Atualmente, alguns tipos de defeitos são considerados até síndromes, porque envolvem diversas manifestações clínicas de problemas como por exemplo os que citei anteriormente.
Por este motivo, atualmente, o tratamento é considerado um procedimento mutidisciplinar e não apenas uma cirurgia. Ou seja, uma equipe de profissionais incluindo algumas especialidades odontológicas, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, deve trabalhar junto para melhorar e proporcionar resultados mais adequados e estáveis.
Normalmente, quem inicia o tratamento é um ortodontista, que detecta o problema e decide sobre a necessidade da cirurgia, além de verificar se outras terapias são necessárias. Sempre o tratamento com aparelho ortodôntico é necessário antes, durante e após a cirurgia.
Não é um tratamento simples, pode levar meses, até alguns anos, mas os benefícios são impressionantes: a harmonia da face e a melhoria das funções repercutem no bem estar e auto-estima.
As cirurgias hoje, realizadas em hospital e sob anestesia geral, estão mais rápidas e o pós-operatório muito mais tranquilo. Aquela história de ficar com a boca “amarrada” por 2 meses não ocorre mais em todos os casos, mas ainda existe a necessidade de manter uma dieta mais branda, liquida / pastosa até que a cicatrização esteja completa (um regime forçado rsrs). Dependendo da cirurgia a pessoa não fica nem uma semana com aquele bloqueio de antigamente, mas não quer dizer que pode sair comendo de tudo…
Vejam alguns exemplos dos resultados deste tratamento, percebam que as vezes precisa até a troca da identidade…
CASO 1 – paciente com face longa e prognatismo (o rosto é muito comprido e a mandíbula muito grande)
imagens pré e pós-tratamento. (ortodontista Dr. Paulo Ulson e cirurgião Dr. Hugo Nary)

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CASO 2 – paciente com prognatismo (mandibula muito grande )

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* imagens pré e pós-tratamento. (ortodontista Dr. Maurício Cardoso e cirurgião Dr. Hugo Nary)
dica: procure sempre profissionais qualificados e se informe bem sobre o tipo de problema que você tem e das possibilidades de tratamento disponíveis. Sempre tem que valer muito a pena o resultado para justificar uma cirurgia né?

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